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Consumo de gás natural avança 16,5% em maio

 

O consumo nacional de gás natural registou, em maio, um crescimento homólogo de 16,5%, impulsionado pelo segmento de produção de energia elétrica, resultado de condições hidrológicas mais desfavoráveis este ano. Neste segmento registou-se em maio uma variação homóloga de 66%, enquanto no segmento convencional se registou uma ligeira quebra de 0,3%. No final de maio, o consumo de gás natural registou, no acumulado anual, um crescimento de 1,6%, resultado de crescimentos de 2,8% no mercado elétrico e de 1,3% no mercado convencional.

Em maio, o consumo de energia elétrica cresceu, face ao mês homólogo do ano anterior, 2,4%, ou 1,2% com correção de temperatura e dias úteis. Nos primeiros 5 meses do ano o consumo registou uma quebra homóloga de 2,3%, que se atenua para 1,2% com correção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis.

As afluências mantiveram-se abaixo dos valores médios para esta altura do ano, com um índice de produtibilidade hidroelétrica de apenas 0,56 (média histórica igual a 1). Na produção eólica, pelo contrário, as condições foram particularmente favoráveis, com o índice de produtibilidade respetivo a situar-se em 1,25 (média histórica igual a 1). Este mês a produção renovável abasteceu 48% do consumo nacional, a produção não renovável 42%, enquanto os restantes 10% foram abastecidos a partir de energia importada.

O índice de produtibilidade hidroelétrica para o período janeiro a maio situa-se em 0,57 (média histórica igual a 1), refletindo o ano seco que se tem verificado, enquanto o de produtibilidade eólica está próximo do valor médio, registando 0,98 (média histórica igual a 1). No mesmo período, a produção renovável abasteceu 51% do consumo, repartido pela eólica com 27%, hidroelétrica 17%, biomassa 5% e fotovoltaica 2%.  A fotovoltaica, atualmente com cerca de 600 MW ligados à rede, apesar do crescimento lento, ultrapassou pela primeira vez os 100 GWh num mês. A produção não renovável abasteceu 38% do consumo, repartido pelo gás natural com 24% e pelo carvão com 14%. O saldo importador abasteceu cerca de 11% do consumo.