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O Setor do Gás Natural

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O Setor do Gás Natural

Atualmente todo o gás natural consumido em Portugal é originário de países terceiros, sendo uma parte recebida por gasoduto de alta pressão, outra parte por via marítima (sob a forma de gás natural liquefeito - GNL).

A REN Gasodutos opera a Rede Nacional de Transporte de Gás Natural (RNTGN) que recebe o gás natural na fronteira espanhola, na saída das instalações de armazenagem (REN Armazenagem) ou no terminal de regaseificação (REN Atlântico) e o entrega aos distribuidores ou aos clientes finais de alta pressão. A REN Gasodutos detém a concessão para o transporte de gás natural em alta pressão, que inclui a gestão técnica global do Sistema Nacional de Gás Natural através da qual assegura a coordenação do funcionamento das infraestruturas de distribuição e transporte de gás natural que garantem a continuidade e a segurança do abastecimento, sendo também responsável pelas propostas de desenvolvimento do Sistema Nacional de Gás Natural.

As atividades de receção, de armazenamento e regaseificação de GNL, de armazenamento subterrâneo de gás natural e de transporte de gás natural são realizadas ao abrigo de contratos de concessão (de 40 anos) estabelecidos com o Estado Português. Mais especificamente, a REN Atlântico detém a concessão para a receção, armazenamento e regaseificação de GNL no terminal de GNL de Sines e a REN Armazenagem
detém uma concessão de armazenamento subterrâneo de gás natural situada no Concelho de Pombal (sítio do Carriço).

À semelhança do que se passa no sistema elétrico, a atividade de comercialização de gás natural e a gestão dos mercados organizados estão abertos à concorrência.

Produção

O gasoduto está interligado à rede Espanhola/Europeia de onde recebe gás natural sob a forma gasosa, em alta pressão. Nas instalações do terminal de Sines o gás natural é recebido sob a forma líquida (GNL) a partir de navios adequados (metaneiros) e bombeado para os tanques de armazenamento intermédio.

Distribuição

A distribuição de gás natural através de gasodutos de média e baixa pressão é realizada ao abrigo de concessões e licenças concedidas pelo Estado Português. O gás natural proveniente dos gasodutos de alta pressão da RNTGN é transferido para os ramais de média pressão através de estações de regulação e medida, sendo esses gasodutos e as redes de baixa pressão que deles derivam pertencente a empresas de distribuição que entregam o gás natural aos clientes finais.

Mercados e Comercialização

Os mercados de gás natural são operados numa base de mercado aberto, estando sujeitos a autorização concedida pelo Estado Português.
A venda de gás natural aos consumidores finais é feita pelos  comercializadores, que podem comprar e vender livremente o gás natural no mercado aberto ou através de contratos bilaterais.

Consumo

Os consumidores são a razão de ser de todo este complexo sistema. Em Portugal Continental existem mais de 1,3 milhões de consumidores, sendo a sua esmagadora maioria em baixa pressão, 279 em média pressão e 21 em alta pressão, que em 2011 consumiram mais de 57 mil milhões de kWh, o que corresponde a cerca de 4,7 milhares de milhões de metros cúbicos.


Com a abertura do mercado de gás natural em Portugal, os consumidores que o desejem podem já hoje escolher livremente o seu comercializador de gás natural.

Transporte, Armazenamento e Regaseificação

O gás natural é rececionado na fronteira e transportado através dos gasodutos de alta pressão da Rede Nacional de Transporte de Gás Natural (RNTGN) que se ligam, através de estações de medição e redução de pressão, aos gasodutos de média pressão operados pelas empresas de distribuição.

Nas instalações de armazenamento subterrâneo (Concelho de Pombal) o gás natural em alta pressão é armazenado sob a forma gasosa em cavidades criadas no interior de um maciço salino, a profundidades superiores a mil metros. 

No terminal de Sines o gás é recebido sob a forma líquida (GNL). Após o descarregamento dos navios metaneiros o GNL é enviado para tanques de armazenamento intermédio onde aguarda até que haja ordem de regaseificação emitida pelo proprietário do gás. No final deste processo o gás natural (já sob a forma gasosa) é comprimido e injetado na rede de alta pressão no ponto de entrega do terminal.

O armazenamento (sob a forma gasosa ou líquida) cumpre funções de segurança de abastecimento e de flexibilidade para os agentes de mercado e consumidores.

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