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1º Trimestre de 2022 marcado por grande atividade operacional e com resultados positivos

 

  • EBITDA aumenta 3,5%, para 118,4M€
  • Resultados financeiros melhoram 12,2%
  • Produção renovável abasteceu 49% do consumo de energia elétrica
  • Consumo de eletricidade e de gás natural cresce


A REN - Redes Energéticas Nacionais registou um resultado líquido de 6M€ no primeiro trimestre de 2022, um aumento de 32,6% (+1,5M€) em comparação com o período homólogo. Para este resultado líquido contribuiu a boa performance do EBITDA (+4,3M€) e a melhoria  em 12,2% dos resultados financeiros (-9,4M€), apesar do aumento de impostos, incluindo a CESE (+1,8M€).

O EBITDA atingiu os 118,4M€, um aumento de 3,5% (+4M€) face ao mesmo período de 2021, refletindo o desempenho positivo em Portugal e no Chile (+2,1M€). No entanto, este valor acaba por ser impactado pela diminuição de incentivos regulados e pelo aumento dos custos com eletricidade.  
O consumo de energia elétrica cresceu 1,3% no primeiro trimestre do ano, face a idêntico período do ano passado, ou 2,5% com correção de temperatura e dias uteis.  Já o gás natural registou uma variação homóloga de 6,6%. Neste período, a produção renovável abasteceu 49% do consumo de energia elétrica, repartida pela eólica com 28%, hidroelétrica com 12%, biomassa com 6% e fotovoltaica com 3%. A produção a gás natural abasteceu 30% do consumo, enquanto os restantes 21% corresponderem ao saldo importador.

De referir que este trimestre de 2022 foi o primeiro em que não houve geração de eletricidade com base em carvão em Portugal, um marco na historia da geração elétrica no nosso país e no nosso progresso em matéria de transição energética.

Nos três primeiros meses do ano, o Terminal de GNL de Sines recebeu 19 navios, um acréscimo de 27% face a idêntico período do ano passado e um novo máximo histórico. O Terminal foi responsável por 99,7% do abastecimento de gás natural em Portugal no primeiro trimestre.

A 28 de dezembro de 2021, a REN colocou em serviço a subestação de Ribeira de Pena, obra que tinha como entrega prevista o final de 2021, permitindo assim a ligação imediata à rede, nesta subestação, de centros electroprodutores muito relevantes para o país. Estes centros electroprodutores encontram-se atualmente em fase de testes e ensaios. Esta infraestrutura integra o eixo a 400 kV que permite ligar à Rede Nacional de Transporte de eletricidade (RNT) a central de Gouvães, Daivões e Alto Tâmega, inseridas no Plano Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico.

O primeiro trimestre do ano fica ainda marcado pela entrada em vigor do novo modelo regulatório para o setor elétrico, definido pela ERSE, e pela entrada em vigor da nova lei que estabelece a organização e o funcionamento do Sistema Elétrico Nacional.