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Consumo de gás natural avança 4,5% em julho

 

0 consumo de gás natural avançou 4,5% em julho, face ao período homólogo. A influenciar esta subida esteve o comportamento positivo do segmento de produção de energia elétrica, resultado das condições hidrológicas desfavoráveis. Neste segmento, registou-se uma variação positiva homóloga de 13,2%, compensando uma quebra de 2,1% verificada no segmento convencional.

De janeiro até ao final de julho, o consumo de gás natural registou uma variação homóloga de 3,2%, resultado de crescimentos de 9,7% no mercado elétrico e de 0,5% no mercado convencional.

Em julho, o consumo de energia elétrica registou uma evolução homóloga positiva, com uma variação de 1,6% face a julho do ano anterior. Com correção dos efeitos de temperatura e dias úteis, a evolução é de 0,8%. Desta forma, no final de julho, o consumo regista agora uma quebra homóloga de 1,7%, ou 0,8% com correção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis.

As afluências aos aproveitamentos hidroelétricos mantiveram-se reduzidas, com um índice de produtibilidade de 0,77 (média histórica igual a 1). Na produção eólica, as condições foram igualmente negativas com o índice de produtibilidade respetivo a situar-se em 0,85 (média histórica igual a 1). Na produção fotovoltaica, atualmente com cerca de 650 MW instalados, a ponta ultrapassou pela primeira vez os 500 MW. Este mês a totalidade da produção renovável abasteceu 34% do consumo nacional, a produção não renovável 62%, enquanto os restantes 4% foram abastecidos com recurso a importação. A importação de energia atingiu, no dia 27de julho, às 14:15, um novo máximo histórico com 3680 MW, acima do anterior máximo de 3079 MW, registado às  17h45 de 24 março de 2019. 

O índice de produtibilidade hidroelétrica para os primeiros 7 meses do ano situou-se em 0,57 (média histórica igual a 1), enquanto o de produtibilidade eólica, ligeiramente inferior ao valor médio, registou 0,97 (média histórica igual a 1). No mesmo período, a produção renovável abasteceu 46% do consumo, repartido pela eólica com 25%, hidroelétrica 14%, biomassa 5% e fotovoltaica 2%. A produção não renovável abasteceu 44% do consumo, repartido pelo gás natural com 29% e pelo carvão com 15%. O saldo importador abasteceu os restantes 10% do consumo.