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REN com resultado líquido de 70,5 milhões de euros no 3º trimestre

 

•EBITDA atingiu 357,2M€

•Custo médio da divida baixa para 3,4%

•Produção de energia renovável abasteceu 61% do consumo

•Pela primeira vez, desde 1999, o Sistema Elétrico Nacional exportou mais energia do que importou, no total dos primeiros nove meses de um ano.

•Registado máximo histórico na produção de eletricidade em centrais a gás natural

A REN- Redes Energéticas Nacionais, apresentou hoje os resultados relativos aos primeiros nove meses de 2016, registando um decréscimo do resultado líquido da empresa de €91,6M, para €70,5M. Este decréscimo é justificado pela mais-valia alcançada em 2015 com a venda da participação da REN na ENAGÁS.

O EBITDA situou-se nos €357.2M, uma quebra de 4,1% justificada pela referida venda da participação na ENAGÁS, apesar da melhoria dos custos operacionais em €0,8M, fruto da otimização e eficiência operacionais. Neste terceiro trimestre, o CAPEX foi de €73.4M e o RAB Médio de €3.502M, traduzindo uma redução de 0,9%. O Resultado Líquido Recorrente subiu de €93,3M para €96,4M.

Nos primeiros nove meses do ano, a REN volta a apresentar uma sólida performance financeira e uma performance operacional estável, em linha com o esperado, destacando-se o aumento do Resultado Líquido Recorrente e a redução dos Custos Operacionais. A referida performance operacional e financeira continua a ser afetada pelo efeito negativo da CESE, a qual totalizou nos primeiros nove meses do ano o montante de 25,9M€.

A 7 de Outubro, a REN avançou uma nova tranche da emissão de dívida, no valor de €200M, com maturidade em Fevereiro de 2025. Esta emissão visou a otimização das fontes de financiamento da REN, a par da melhoria do seu perfil de liquidez. Também este ano, os termos do financiamento garantido pelo Bank of China à REN foram estendidos até 2021, tendo também aumentado o teto máximo para utilização para os €250M, prova da solidez financeira da REN. Através destas operações a REN conseguiu assegurar plenamente as suas necessidades de financiamento até ao final de 2020.

De destacar ainda o facto de também em Outubro a Standard & Poor's (S&P) ter reafirmado a notação de investment grade (BBB-, com perspetiva positiva) que atribuiu à empresa. A REN viu assim reforçada a sua posição de empresa portuguesa com melhor notação atribuída pelas três maiores agências de rating.

No período de janeiro a setembro, o consumo de energia elétrica cresceu 0,3% face ao período homólogo do ano anterior, 0,4% com correção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis.

No mesmo período a produção renovável abasteceu 61% do consumo, um valor elevado sustentado pelas afluências às barragens (66% acima dos valores médios) e pela produção eólica (9% acima dos valores médios). O saldo de trocas com o estrangeiro tem-se mantido exportador ao longo dos primeiros nove meses equivalendo a 12% do consumo nacional neste período. Trata-se do primeiro ano em que o sistema nacional está exportador desde 1999.

No mercado de gás natural, o consumo regista no final de setembro um crescimento homólogo de 2,3%, resultado de um forte aumento de 28% no segmento de produção de energia elétrica, a par de uma contração de 3,9% no segmento convencional. Na produção de energia elétrica a gás natural, a REN registou a 6 de setembro, uma potência máxima histórica de 3344 MW na produção de eletricidade a partir de gás natural, demonstrando o papel essencial das infraestruturas nacionais de Gás Natural na garantia de abastecimento dos consumos, e do setor elétrico em particular.