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REN com resultado líquido de 88,9M€

 

• EBITDA atinge 364,4 M€

• Custo médio da dívida baixa para 2,6%

• Melhor setembro de sempre na produção eólica em Portugal

A REN - Redes Energéticas Nacionais apresentou um resultado líquido de 88,9 M€ nos primeiros nove meses de 2017. O EBITDA situou-se nos 364,4M€, um aumento de 2% relativo ao mesmo período do ano passado, refletindo a contribuição da participação de 42,5% que a REN tem na chilena Electrogás desde fevereiro. A Electrogás, teve um desempenho operacional e financeiro em linha com as expectativas, mantendo elevados níveis de qualidade de serviço.

O Resultado Líquido cresceu 18,4M€ nos primeiros nove meses do ano, impulsionado por um sólido desempenho financeiro, sustentado no recuo do custo médio da dívida para 2,6%, face aos 3,5%, registados nos primeiros nove meses de 2016. O desempenho financeiro continua a ser afetado pelo efeito negativo da CESE, a qual totalizou neste período o montante de 25,8M€.

Após o fecho das contas, a 4 de outubro, a REN concluiu a aquisição da compra da EDP Gás. A concretização desta operação representa uma importante aposta da REN, que assim reforça o compromisso com a sua operação em Portugal.

A agência norte-americana de notação financeira Standard and Poor's (S&P) reafirmou o rating de BBB- atribuído à REN, mantendo a perspetiva positiva, refletindo a confiança no futuro da empresa na sequência do anúncio da participação na Electrogás e da aquisição da EDP Gás.

A qualidade de serviço da REN nos primeiros nove meses de 2017 manteve-se a níveis elevados, apesar dos grandes desafios decorrentes dos incêndios que assolaram o País. A gestão eficaz e preventiva dos recursos permitiu concluir o período com 0 segundos de interrupção no gás natural e 5,4 segundos na eletricidade.

O gás natural foi a fonte de energia dominante na produção de eletricidade em Portugal nos primeiros nove meses de 2017, tendo contribuído com 34% para a produção de energia elétrica, acima dos 19% registados no período homólogo, posicionando-se à frente do carvão, com 25%, e que tinha registado 20% no período homólogo do ano anterior. A predominância da hídrica registada nestes nove meses de 2016, foi prejudicada este ano por condições metrológicas adversas. Em 2017, a hídrica alcançou 12%, uma forte queda face aos 33% dos primeiros nove meses de 2016. A eólica manteve-se estável enquanto fonte de energia, com 22% nos dois períodos.

A REN registou, em 2017, o melhor setembro de que há registo de produção eólica em Portugal (historicamente, o mês com menor produção desta origem), com um índice de produtibilidade de 1,22 (média histórica igual a 1), superior ao anterior máximo registado, de 1,1.

Após o fim do terceiro trimestre, no mês de outubro, a Rede Nacional de Transporte de Gás Natural registou um novo recorde absoluto de transporte de gás natural durante um ano, superando o anterior, de 2010, com 57679 GWh. Neste mês, o Terminal de Sines ultrapassou, também, o valor máximo anual de emissão de gás natural para a Rede Nacional de Transporte, com 31,5 TWH.

Os registos sucessivos destes valores, demonstram o papel essencial das infraestruturas nacionais de Gás Natural na garantia de abastecimento dos consumos, e do setor elétrico em particular. Recorde-se que já no passado dia 21 de junho de 2017, atingiu-se um máximo histórico no consumo diário de gás natural para produção elétrica, com 120,6 GWh.