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REN conclui projeto de expansão do terminal de GNL de Sines

 

A REN - Redes Energéticas Nacionais terminou as obras de expansão do Terminal de Gás Natural Liquefeito (GNL) de Sines, num investimento orçado em cerca de 200 milhões de euros.

Considerado uma das principais infraestruturas energéticas do país, o Terminal reforça a sua capacidade de resposta aos desafios do aumento da segurança de abastecimento e simultaneamente do aumento da concorrência no mercado nacional.

As obras da 2.ª fase deste projeto iniciadas em 2009, e concluídas dentro dos prazos estabelecidos e cumprindo o orçamento inicial de cerca de 200 milhões de euros, passaram pela construção do terceiro tanque de armazenagem de GNL, bem como outros equipamentos como novos circuitos de água do mar e sistema de emissão, e uma terceira baía de enchimento de camiões.

A partir de agora, o Terminal da REN Atlântico tem capacidade para receber barcos de maior porte, vindos de qualquer ponto do mundo, contribuindo assim para a diversificação de fontes de abastecimento e consequente incremento da segurança de abastecimento do país.

O incremento de capacidade permite, também, que mais fornecedores acedam ao Terminal, incrementando a concorrência e beneficiando o consumidor final através do acesso acrescido ao mercado internacional de GNL a preços competitivos.

Esta expansão permite ainda o aumento da energia movimentada pelo Terminal de Sines, que atualmente representa 56% do total anual de GN consumido em Portugal. Com a conclusão desta obra, o terminal terá capacidade para responder a um volume de gás movimentado bastante superior, garantindo também a flexibilidade necessária para, simultaneamente, se poder tornar numa plataforma de rotação de GNL no mercado internacional, aumentando a utilização da infraestrutura e, consequentemente, reduzindo os custos para os consumidores nacionais.

Durante a cerimónia realizada hoje no Terminal de GNL de Sines, Rui Cartaxo, CEO da REN referiu que "a conclusão desta obra contribui para a segurança do abastecimento energético em Portugal, como para o incremento da concorrência no mercado nacional."

Fatos significativos:

  • Cerca de 200 milhões de euros de investimento total;
  • Armazenagem pode chegar aos 390 000 m3 de gás liquefeito;
  • A eficiência e os custos de utilização do Terminal colocam-no como um dos terminais de referência na Península Ibérica;
  • Aumento do nível de concorrência de gás natural no país.