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REN e Sociedade Portuguesa de Física dão aula sobre campos eletromagnéticos em de Ponte de Lima

 

Sabia que os campos elétricos e magnéticos são mais intensos quando estamos sentados com o nosso computador portátil do que quando viajamos de comboio? E sabia que os campos eletromagnéticos de uma linha de muito alta tensão podem ser da mesma ordem de grandeza dos de uma televisão ligada perto de nós? Estas foram algumas das descobertas na sessão promovida pela Câmara Municipal de Ponte de Lima, a REN e a Sociedade Portuguesa de Física, para os alunos de Física do 11º e 12º ano da Escola Secundária de Ponte de Lima.

A sessão decorreu no âmbito do Projeto MEDEA, uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Física e da REN, que existe desde 2008 e envolve alunos, escolas e professores de todo o país, que se organizam anualmente em equipas para estudar e comparar os campos elétricos e magnéticos, que nos rodeiam no quotidiano. O objetivo é aprender, divulgar ciência e desmistificar a ideia instituída de que a muito alta tensão é mais prejudicial que os eletrodomésticos e aparelhos que utilizamos no dia-a-dia.

Esta iniciativa contou com a presença da Professora Maria José Ribeiro Gomes, responsável cientifica do Projeto MEDEA, professora do Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e investigadora no CENTRA - Centro Multidisciplinar de Astrofísica do Instituto Superior Técnico.

Sobre o Projeto MEDEA:

O projecto MEDEA é uma iniciativa da SPF - Sociedade Portuguesa de Física e REN - Rede Eléctrica Nacional, S.A, destinada a promover o conhecimento da Física junto dos jovens portugueses e da Sociedade em geral. Em particular, o MEDEA promove a medição e conhecimento científico dos campos eléctricos e magnéticos de muito baixa frequência (0 a 300 Hz) produzidos por qualquer equipamento ou circuito eléctrico, na escola, no seu ambiente doméstico e na vizinhança de linhas de transporte de energia eléctrica.

O MEDEA consiste na participação simultânea de 20 instituições de excelência, cada uma com uma ou mais equipas (e um professor responsável no caso de escolas secundárias) onde se combina a formação na instituição com a aplicação dos conhecimentos científicos em assuntos de natureza extracurricular, baseada em demonstrações e experiências realizadas pelos próprios alunos.

As escolas participantes recebem um medidor de campo elétrico e magnético, para muito baixas frequências, que devem usar durante o desenvolvimento do projeto. Depois, em www.spf.pt/medea , a SPF disponibiliza toda a informação necessária à sua implementação. Cada equipa participante deverá criar uma página internet dedicada em exclusivo ao projeto MEDEA onde apresentarão todos os resultados obtidos, pesquisas efetuadas e relatório final.