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REN fecha primeiro semestre com resultado liquido de 51,1 M€

 

 

• EBITDA desce 2% em relação ao período homólogo 
• Custo da dívida recua para 2,23%
• Consumo de gás natural em máximos históricos no mercado convencional 
• Novos recordes históricos de potência máxima nacional na produção eólica e fotovoltaica
• Renováveis abastecem 48% do consumo nacional
• Empresa assinou contrato para a aquisição de empresa de transporte de energia no Chile depois do fecho do 1º semestre

A REN - Redes Energéticas Nacionais, concluiu o primeiro semestre de 2019 com um resultado líquido de 51,1M€, um recuo de 3,3% face ao período homólogo, penalizado pela Contribuição Extraordinária para o Setor Energético, que ascendeu a 24,4M€, elevando a taxa efetiva de imposto para 38,8%.

O EBITDA situou-se nos 247,4M€, um ligeiro decréscimo de 2% relativo ao mesmo período do ano passado, explicado sobretudo pela diminuição da remuneração dos ativos (de 5,2% para 5,0% na taxa base da eletricidade e de 5,5% para 5,4 no transporte de gás natural). Esta descida foi, no entanto, parcialmente compensada pelo aumento do EBITDA da área de distribuição de Gás Natural (Portgás). Na evolução do EBITDA, destaca-se ainda o contributo positivo da Electrogas. 

O CAPEX cresceu 10,5M€ para 49,9M€, beneficiando do aumento dos investimentos na área da eletricidade. O custo médio da divida da REN desceu de 2,27% para 2,23%.

A nível operacional, os primeiros seis meses do ano foram marcado por novos valores históricos de potência máxima nacionais: a produção eólica, às 14:45 de 6 de março, atingiu 4646 MW, superando o anterior recorde de 4479 MW, alcançado a 1 de março de 2018; na produção fotovoltaica o valor máximo de potência foi registado a 11 de julho, às 14:00, com 495 MW, ultrapassando os 443 MW, de 9 de agosto de 2018.

Ainda no mesmo período, a utilização do Terminal de Sines foi a mais elevada de sempre, com 33 navios, superando o anterior máximo de 20 navios, verificado no primeiro semestre de 2017.

Até ao final de junho, o consumo de gás natural teve um crescimento de 3%, relativamente ao período homólogo, resultado de crescimentos de 8,6% no mercado elétrico e de 0,9% no mercado convencional. No mercado convencional, o consumo foi o mais elevado de sempre. O consumo de energia elétrica teve quebra homóloga de 2,3%, ou 1,1% com correção dos efeitos de temperatura e número de dias úteis.

No primeiro semestre do ano, a produção renovável abasteceu 48% do consumo, repartido pela eólica com 26%, hidroelétrica 15%, biomassa 5% e fotovoltaica 2%. A produção não renovável abasteceu 41% do consumo, repartido pelo gás natural com 27% e pelo carvão com 14%. O saldo importador abasteceu cerca de 11% do consumo.

No início desta semana, a REN anunciou a assinatura do contrato para a aquisição da Empresa de Transmisión Eléctrica Transemel S.A., uma empresa de transporte de energia no Chile, o segundo investimento da empresa neste país. Esta aquisição, efetuada no âmbito do Plano Estratégico da REN, proporciona crescimento e diversificação de ativos à empresa, criando ainda oportunidade para aplicar o grande conhecimento técnico e operacional da REN, na gestão de sistemas de transmissão, integração e armazenamento de energia.