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REN

Relatório de Sustentabilidade

TABELA DE CORRESPONDÊNCIA GRI 

Indicador Informação Correspondente
Estratégia e Análise
102-14 Mensagem do Presidente Pág. 10-12
102-15 Principais impactos, riscos e oportunidades Pág. 71-81;Pág. 93; Pág. 101-103; Pág.113; Pág. 124-125; Pág. 151
Perfil Organizacional
102-1 Nome da organização REN - Redes Energéticas Nacionais, SGPS, S.A.
102-2 Atividades, marcas, produtos e serviços Pág. 23-27
102-3 Localização da sede da organização Av. Estados Unidos da América, 55 - 1749-061 Lisboa
102-4 Localização das operações Portugal
102-5 Propriedade e natureza legal Pág. 170
102-6 Mercados servidos Portugal
102-7 Dimensão da organização Pág. 3-5; 30; 34-36
102-8 Informação sobre colaboradores e outros trabalhadores Pág. 132-42
102-41 Acordos coletivos de trabalho Pág. 137-38
102-9 Cadeia de fornecedores Pág. 62-66
102-10 Alterações significativas na organização e na cadeia de fornecedores Pág. 65
102-11 Abordagem ao princípio da precaução Pág. 384-390
102-12 Iniciativas externas Pág. 124-125, UN Global Compact
102-12 Membro de associações Pág. 147-49
EU1 Capacidade instalada, discriminada por fonte de energia primária e por regime de regulação A atividade da REN não inclui a produção de energia, não sendo por isso considerado um indicador aplicável.
EU2 Produção de energia líquida, discriminada por fonte de energia primária e por regime de regulação A atividade da REN não inclui a produção de energia, não sendo por isso considerado um indicador aplicável.
EU3 Número de contas de clientes residenciais, industriais, institucionais e comerciais A atividade da REN não inclui a produção de energia, não sendo 
por isso considerado um indicador aplicável.
EU4 Comprimento das linhas (above and underground) de transmissão e distribuição por regime de regulação Pág. 36
EU5 Atribuição de licenças de emissão de CO2, de acordo com a lei de comércio de carbono Pág. 153-55
Âmbito e Limites do Relatório
102-45 Entidades incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas Pág. 17-19
102-46 Definição do conteúdo do Relatório e limites dos tópicos Pág. 126
102-47 Lista de tópicos materiais Pág. 126
103-1 Limite de cada tópico fora da organização
As ferramentas de gestão existentes estão referidas no documento com os "Procedimentos aplicáveis ao tratamento de comunicações de irregularidades e à averiguação de irregularidades". Este documento é referido no Código de Conduta da REN e está disponível no site em http://www.ren.pt/pt-PT/investidores/governo_da_sociedade/
estatutos_regulamentos_e_relatorios/

102-54 Formulação de relatórios de acordo com os GRI Standards Pág. 18; 123; A REN elaborou o relatório em conformidade com GRI Standards (versões 2018).
102-48 Reformulações de informação Notas metodológicas - www.ren.pt
102-49 Alterações no Relatório Não ocorreram alterações face ao relatório anterior.
Relacionamento com as Partes Interessadas
102-40 Lista de grupos de stakeholders Pág. 126; 

http://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/a_nossa_abordagem/envolvimento_com_stakeholders_e_modelo_de_governance/

102-42 Identificação e seleção de stakeholders
Pág.126; 

http://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/a_nossa_abordagem/envolvimento_com_stakeholders_e_modelo_de_governance/
102-43 Abordagens do relacionamento com stakeholders Pág.126; http://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/a_nossa_abordagem/envolvimento_com_stakeholders_e_modelo_de_governance/
102-44 Principais questões e preocupações levantadas pelos stakeholders
Pág.126; 

https://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/a_nossa_abordagem/envolvimento_com_stakeholders_e_modelo_de_governance/levantamento_das_partes_interessadas/
Perfil do Relatório
102-50 Período de reporte 1 janeiro 2019 a 31 dezembro 2019
102-51 Data do relatório mais recente Relatório & Contas 2018
102-52 Ciclo de relatórios Anual
102-53 Contato para questões sobre o relatório Pág. 427, sustentabilidade@ren.pt
102-55 Índice de conteído GRI Presente tabela
102-56 Verificação Externa Anexo - Relatório de verificação 
Governação
102-18 Estrutura de governance Pág. 359-60
102-19 Delegação de autoridade Pág. 366-71
102-20 Funções de nível executivo responsáveis pelos tópicos económicos, ambientais e sociais Pág. 374
102-21 Consulta a shareholders sobre tópicos económicos, ambientais e sociais Pág. 126;  

http://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/a_nossa_abordagem/envolvimento_com_stakeholders_e_modelo_de_governance/
102-22 Composição do mais alto órgão de governance e dos seus comités Pág. 374-75
102-23 Presidente do mais alto órgão de governance Pág. 359
102-24 Nomeação e seleção do mais alto órgão de governance Pág. 359
102-25 Conflitos de interesse Pág. 359-61
102-26 Função do mais alto órgão de governance na definição de objetivos, valores e estratégia Pág. 366-71
102-27 Conhecimento do mais alto órgão de governance Nas reuniões de Comissão Executiva e no envolvimento das várias áreas funcionais neste temas.
102-28 Avaliação de desempenho do mais alto órgão de governance Pág. 373;  

A avaliação do desempenho dos administradores executivos é realizada pelo Conselho de Administração com o apoio da Comissão de Nomeações e Avaliação, que elabora o respetivo relatório para entrega à Comissão de Vencimentos.
102-29 Identificação e gestão dos impactos económicos, ambientais e sociais Pág. 385-388
102-30 Eficácia dos processos de gestão de risco Pág. 387-389
102-31 Revisão dos tópicos económicos, ambientais e sociais Pág. 387-89
102-32 Papel do mais alto órgão de governance no RS
É a Comissão Executiva, em primeira instância, e o Conselho de Administração em última quem analisa, aprova formalmente e se certificade que todos os aspectos materiais, em termos de sustentabilidade, são abordados no Relato de Sustentabilidade.
102-33 Comunicação de preocupações críticas Pág.124-26; http://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/a_nossa_abordagem/envolvimento_com_stakeholders_e_modelo_de_governance/
102-34 Natureza e número total de preocupações críticas Existem mecanismos para (i) comunicação de irregularidades e (ii) informação geral e apoio ao investidor.
102-35 Políticas de remuneração Pág. 371; 392-401
102-36 Processo para determinar a remuneração Pág. 371; 392-401
102-37 Envolvimento de stakeholders na remuneração Pág.126; http://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/a_nossa_abordagem/envolvimento_com_stakeholders_e_modelo_de_governance/
102-38 Rácio de remuneração anual total A REN não publica/reporta essa informação publicamente, por questões de confidencialidade.
102-39 Aumento percentual da remuneração anual total A REN não publica/reporta essa informação publicamente, por questões de confidencialidade.
102-16 Valores, princípios standards e normas de conduta
A missão, visão e valores da REN podem ser consultados em: http://www.ren.pt/pt-PT/quem_somos/missao_e_valores/
Ética e Integridade
102-17 Mecanismos de aconselhamento e preocupações éticas A REN possui um Código de Conduta que constitui uma referência para o público no que respeita aos padrões de conduta da empresa quer no relacionamento entre colaboradores, quer no relacionamento com terceiros. É neste Código de Conduta que está definido, para além das regras éticas que têm de ser respeitadas, o processo que qualquer colaborador da REN, accionista, cliente, fornecedor ou qualquer outra entidade directamente interessada pode utilizar para comunicar ao Presidente da Comissão de Auditoria eventuais irregularidades ou infracções previstas no Código. Relativamente tratamento de comunicação de irregularidades e à averiguação de irregularidades, a REN dispõe também de um procedimento formalmente estabelecido e aprovado pela Administração que garante o tratamento destes processos de maneira transparente e imparcial. Relevante é o facto de as comunicações de irregularidades serem tratadas de forma confidencial. Através do Código de Conduta da REN a REN prevê os respectivos mecanismos para solicitar orientações sobre comportamentos éticos. Para mais informação:  http://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/a_nossa_abordagem/
TEMAS MATERIAIS
Política Ambiental/Sistemas de Gestão Ambiental
ENERGIA Formas de Gestão Genéricas Pág. 123-31
302-1 Consumo direto de energia dentro da organização
Pág. 149 Todos os combustíveis consumidos e contabilizados pela REN são de origem fóssil. São apenas contabilizados os consumos de combustível utilizada para serviço. 
302-2 Consumo de energia fora da organização Os consumos de energia fora da organização passiveis de medição estão associados ao transporte de trabalhadores em viagens de avião em serviço. A REN não dispõe de ferramentas para calcular esses consumos, contudo as emissões de CO2 relacionadas com estas viagens são reportadas no capítulo das emissões (Emissões de Âmbito 3 - G4-EN17).
302-3 Intensidade energética Rácio calculado com base no consumo direto de energia e a energia transportada. O valor REN é de 6,37 GJ/GWh.
302-4 Redução do consumo de energia Pág. 153; 156
302-5 Reduções nas necessidades energéticas dos produtos e serviços Pág. 156
304-1 Instalações operacionais (próprias, arrendadas ou geridas) nas áreas adjacentes a áreas protegidas e áreas com alto valor e biodiversidade fora das zonas protegidas Pág. 155-160
EU13 Comparação entre a biodiversidade dos habitats recuperados e a dos habitats originais Estão implementados planos de monitorização em obras de linhas e subestações, para os aspetos ambientais de maior impacte. A REN não tem meios para aferir qual o estado original dos habitats, visto se tratarem de instalações antigas das quais a REN não dispõe de informação acerca do seu estado original.
304-2 Impactes significativos das atividades, produtos e serviços sobre a biodiversidade Pág. 155-160; 

Mais informação em: https://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/protecao_ambiental/politica_ambiental/avaliacao_ambiental/e https://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/catedra_ren_em_biodiversidade
304-3 Habitats protegidos ou recuperados Pág. 155-160; 

Mais informação em: https://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/protecao_ ambiental/politica_ambiental/avaliacao_ambiental/ e https://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/catedra_ren_em_biodiversidade
304-4 Espécies incluídas na Lista Vermelha da IUCN e em listas de conservação nacional de espécies cujos habitat se encontram em áreas afectadas pelas operações da empresa Página 155; 

Para mais informaçõs: http://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/protecao_ambiental/biodiversidade/
ASPECTOS AMBIENTAIS DE PRODUTOS E SERVIÇOS
301-3 Produtos recuperados e respetivas embalagens Este indicador não é aplicável à atividade da REN, uma vez que a empresa não comercializa produtos com embalagem.
CONFORMIDADE AMBIENTAL
307-1 Não conformidade com leis e regulamentos ambientais No ano de 2019 foram levantados 33 processos de contra-ordenaçãos ambiental;  
Foram concluídos 21 processos; 
Transitaram de anos anteriores 38 processos. 
Montante referente ao pagamento de multas: 0 euros.
MECANISMOS DE QUEIXAS E RECLAMAÇÕES
103-2 Abordagem de gestão e os seus componentes A REN não recebeu outras queixas ou reclamações formalmente apresentadas relacionadas com aspetos ambientais para além das referidas no indicador 307-1.
DESEMPENHO ECONÓMICO Formas de Gestão Genéricas Pág. 123-131
Prevenção das Alterações Climáticas
201-2 Implicações financeiras, e outros riscos e oportunidades para a organização devido às alterações climáticas
Para mais informações sobre os riscos e implicações derivadas das alterações climáticas, por favor consultar o questionário do CDP (2018), disponível em: https://www.cdp.net/en/formatted_responses/responses?campaign_id=66216852&discloser_id=828242&locale=en&organization_name=REN++Redes+Energ%C3%A9ticas+Nacionais&organization_number=15655&program=Investor&project_year=2019&redirect=https%3A%2F%2Fcdp.credit360.
com%2Fsurveys%2F9hz110bc%2F50558&survey_id=65670419
EMISSÕES
305-1 Emissões diretas de GEE (Âmbito 1) Pág. 152
305-2 Emissões indiretas de GEE (Âmbito 2) Pág. 152
305-3 Outras emissões indiretas de GEE (Âmbito 3) Pág. 152
305-4 Intensidade de emissões de GEE Rácio calculado com base nas emissões de âmbito 1 e âmbito 2 e a energia transportada. O valor REN é de 2,21 t CO2/GWh .
305-5 Redução de emissões de GEE Pág. 152-156
305-6 Emissões de substâncias destruidoras da camada do ozono
A REN não gere produtos nem possui serviços que utilizem substâncias depletoras da camada de ozono. Ao longo do tempo, têm sido substituídos os equipamentos de climatização que contêm gases depletores da camada de ozono, de acordo com o plano de substituição de equipamentos da REN.
305-7 NOx, SOx e outras emissões atmosféricas significativas Decorrentes da atividade da REN não são consideradas materiais as emissões de NOx e SOx. Adicionalmente, este indicador não foi considerado relevante pelas nossas partes interessadas.
Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho
SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO Formas de Gestão Genéricas Pág. 123-131
403-1 Colaboradores representados em comissões de segurança e saúde ocupacional

Percentagem da mão-de-obra total representada em comités formais 
de saúde e segurança: 95%.

403-2 Taxa de lesões, doenças ocupacionais, dias perdidos, absentismo e óbitos resultantes da atividade laboral Nº e taxa de mortalidade: 0. 

Nº e taxa de lesões relacionadas com o trabalho de elevada consequência (baixa >=6meses): não é possível apurar esta informação.

Nº e taxa de lesões relacionadas com o trabalho que podem ser registadas: não é possível apurar esta informação 

Principais tipos de lesões: não é possível apurar esta informação.

N.º de horas trabalhadas REN: 1 197 615 horas.  

N.º de horas trabalhadas por empreiteiros e prestadores de serviços: 2 234 982 horas.  

Como é que esses perigos foram determinados: Metodologia REN, tendo por base as normas de referência;  

Quais desses perigos causaram ou contribuíram para lesões de elevada consequência durante o período de referência: Nenhum. 

Ações tomadas ou em andamento para eliminar esses perigos e minimizar os riscos utilizando a hierarquia de controlos: Acompanhamento dos técnicos de segurança, cumprimento das fichas de segurança da REN, utilização de EPI's e EPC's. As taxas foram calculadas com base em 200 000 ou 1 000 000 horas trabalhadas. 

Nº de acidentes com colaboradores REN em trabalho efetivo e com dias perdidos (baixa): 1.

Nº total de acidentes com colaboradores REN (inclui acidentes sem baixa e acidentes em trajeto): 9.  

Nº de doenças profissionais: 0.
403-3 Trabalhadores com alta incidência ou alto risco de doenças relacionadas com a sua atividade A REN iniciou em 2014 um trabalho exaustivo realizado por técnicos superiores de segurança de identificação de perigos e avaliação de risco de todas as funções dos seus trabalhadores, através de observação no terreno das actividades realizadas. Cada vez que uma fase deste projecto está concluída ou é revista, a avaliação é objecto de divulgação e análise junto dos médicos do trabalho como forma de input para o trabalho destes contribuindo para eventuais correlações entre as funções e possíveis doenças ocupacionais. Em 2019 não foram identificados na REN trabalhadores expostos a actividades com alta incidência ou alto risco de doenças relacionadas com a actividade.
403-4 Tópicos relativos a saúde e segurança, abrangidos por acordos formais com sindicatos Os tópicos abrangidos encontram-se descritos 
no Capítulo XI do Acordo Coletivo de Trabalho.
Gestão do Capital Humano e Diversidade
DESEMPENHO ECONÓMICO Formas de Gestão Genéricas Pág. 123-131
201-3 Obrigações dos planos de benefícios definidos e outros planos de reforma
Plano de pensões - 3170   (milhares de euros)
Plano de assistência médica - 427  (milhares de euros)
EMPREGO
401-1 Novas contratações e rotatividade de colaboradores Pág. 132-33
401-2 Benefícios concedidos aos colaboradores em regime full-time, que não são atribuídos aos colaboradores temporários ou em regime part-time Pág. 132
401-3 Licença paternal Em 2019, 23 colaboradores, dos quais 5 são mulheres e 18 são homens, tiveram direito e usufruíram de licença parental. 

Destes colaboradores, a totalidade regressou ao trabalho durante o ano de reporte, sendo a taxa de retorno de 100%. Em relação aos colaboradores que usufruíram de licença parental em 2018, os mesmos mantêm-se ativos na REN após 12 meses do seu regresso. 

A taxa de retenção, por referência a 2018, mantém-se nos 100%.
EU15 Percentagem de empregados que se vão reformar nos próximos 5 a 10 anos por categoria e por região
5 anos: 14,62%
10 anos: 22,08%. 
EU17 Média de colaboradores subcontratados Pág. 135
EU18 Formação de colaboradores subcontratados
Empreiteiros submetidos a formação em Áreas de Segurança: 100%
PRÁTICAS LABORAIS
402-1 Prazos mínimos de aviso prévio em relação a mudanças operacionais Os prazos de aviso prévio são os decorrentes da Lei Geral de Trabalho.
FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO
404-1 Média de horas de formação por ano e por colaborador Pág. 137; N.º total de horas de formação em 2019: 29 858 horas, das quais: 

• 3 062,90 horas pertencem à Direção + Gestão (em que 1 905,50 horas foram alocadas ao sexo masculino e, 1 157,40 horas ao sexo femnino);  
• 21 285,70 horas pertencem aos Quadros Superiores (em que 14 875, 40 horas foram alocadas ao sexo masculino e 6 410,30 horas ao sexo femnino);  
• 5 509,40 horas pertencem aos Operacionais/Administrativos (em que 4 642,10 horas foram alocadas ao sexo masculino e 867,30 horas ao sexo femnino). 

Em média, cada colaborador realizou 43,46 horas de formação, sendo para o sexo masculino assumido o valor de 41,60 horas e, para o sexo feminino, 49,04 horas.
404-2 Programas de melhoria de competências de colaboradores e programas de apoio à transição
Nº de Cursos de Formação internos: 64
Nº de períodos sabáticos com reinserção profissional garantida: 0
Nº de programas de apoio à transição para reforma ou demissão: 2
404-3 Percentagem de colaboradores que recebem regularmente, avaliação de desempenho e desenvolvimento de carreira
Pág. 137
100%
DIVERSIDADE E IGUALDADE DE OPORTUNIDADES
405-1 Diversidade dos órgãos de governance e dos colaboradores
No universo de colaboradores da REN, existem dois colaboradores portadores de deficiência com mobilidade reduzida.
405-2 Rácio entre o salário base e renumeração entre mulheres e homens Não existe discriminação da política salarial por género, estando garantida a equidade por categoria profissional, não obstante, a promoção de uma cultura de mérito.
MECANISMOS DE QUEIXAS E RECLAMAÇÕES Formas de Gestão Genéricas Pág. 123-131
103-2 Abordagem de gestão e os seus componentes Em 2019 não se registou nenhuma reclamação laboral. Através do Código de Conduta da REN, bem como no cumprimento da legislação portuguesa, a REN garante os direitos laborais dos seus colaboradores. 

NÃO DISCIMINAÇÃO
406-1 Casos de discriminação e ações tomadas A REN cumpre a legislação portuguesa no que respeita a garantia dos direitos humanos e é signatária dos princípios do Global Compact das Nações Unidas. Não foram identificadas situações de discriminação ocorridas durante 2019.
LIBERDADE DE ASSOCIAÇÃO
407-1 Operações de fornecedores em que o direito à liberdade de associação e negociação coletiva pode estar em risco
A REN garante o direito de liberdade de associação e negociação colectiva de acordo com os princípios éticos e normas de conduta estabelecidos no Código de Conduta. Em 2019 não foram identificadas situações em que o direito de liberdade de associação e negociação colectiva estivesse em risco. Os mecanismos de gestão do direito à greve são garantidos pela legislação nacional em vigor.
TRABALHO INFANTIL
408-1 Operações e fornecedores com risco significativo de incidentes de trabalho infantil A REN cumpre a legislação portuguesa que proíbe a contratação de trabalho infantil e é signatária dos princípios do Global Compact das Nações Unidas. O cumprimento da legislação é validado aquando da supervisão e da realização de auditorias.
TRABALHO FORÇADO OU ESCRAVO
409-1 Operações e fornecedores com risco significativo de incidentes de trabalho forçado ou análogo ao escravo A REN cumpre a legislação portuguesa que proíbe o trabalho forçado e é signatária dos princípios do Global Compact das Nações Unidas. O cumprimento da legislação é validado aquando da supervisão e da realização de auditorias.
AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES
103-2 Abordagem de gestão e os seus componentes Para os seus potenciais fornecedores a REN estabeleceu também um exigente Código de Conduta no qual define os princípios que aqueles têm de respeitar nas áreas dos (i) direitos humanos, (ii) ambiente, segurança e saúde e (iii) padrões de ética e integridade empresarial. 

No âmbito da análise ao cumprimento do Código de Governo das Sociedades da Comissão do Mercado de Valores. Mobiliários, foi aprovado pelo Conselho de Administração o Regulamento sobre Transacções com Partes Relacionadas de forma a prever os procedimentos de controlo, pela Comissão de Auditoria, das transacções concluídas ou a concluir pela REN com partes relacionadas e de prevenção de casos de potencial conflito de interesses.
414-1 Novos fornecedores que foram selecionados com base em critérios sociais O cumprimento da legislação é validado durante a supervisão da subcontratação e durante a realização de auditorias. A REN cumpre a legislação portuguesa, garantindo os direitos humanos espelhados no Código de Conduta da empresa.
414-2 Impactos sociais negativos na cadeira de abastecimento e medidas tomadas O cumprimento da legislação é validado durante a supervisão da subcontratação e durante a realização de auditorias. A REN cumpre a legislação portuguesa, garantindo os direitos humanos espelhados no Código de Conduta da empresa. Não é do conhecimento da REN qualquer constatação de impactos significativos reais ou potenciais em direitos humanos na cadeia de fornecedores.
MECANISMOS DE QUEIXAS E RECLAMAÇÕES
103-2 Abordagem de gestão e as suas componentes
Através do Código de Conduta da REN, bem como no cumprimento da legislação portuguesa a REN garante os direitos laborais dos seus colobaradores. Para mais informação: 
Segurança, Fiabilidade, Qualidade e Garantia de Fornecimento
SAÚDE E SEGURANÇA DO CLIENTE Formas de Gestão Genéricas Pág. 123-131
416-1 Avaliação dos impactes na saúde e segurança das suas categorias de produtos e serviços Pág. 138-142; 

Todos os trabalhos e serviços adjudicados a empreiteiros e prestadores de serviços são sujeitos a acompanhamento e controlo operacional, de acordo com a legislação em vigor e com os requisitos próprios da REN, sendo garantida a promoção da segurança e saúde do trabalho.
416-2 Não-conformidades relativas aos seus impactes na saúde e segurança das categorias de produtos e serviços Em 2019, na auditoria de renovação da certificação do sistema integrado de gestão da qualidade, ambiente e segurança e saúde no trabalho, conduzida pela APCER, foi identificada uma não conformidade relacionada com o controlo operacional de equipamentos de trabalho e de produtos químicos (Requisito 4.4.6 - Controlo operacional da Norma NP 4397:2008/OHSAS 18001:2007)
EU25 Número de feridos e mortes, incluindo doenças, provocados pelas infraestruturas da REN a pessoas externas à empresa
Não foram registadas ocorrências em 2019.
ROTULAGEM DE PRODUTOS E SERVIÇOS
417-1 Requisitos de informação e rotulagem para produtos e serviços O serviço prestado pela REN não se destina diretamente ao consumidor final, pelo que não há requisitos de rotulagem ou informação entendidos como muito relevantes.
417-2 Aspeto: Rotulagem de produtos e serviços Não foram registados casos de incumprimento relativamente à informação disponibilizada em 2019.
102-43 e 102-44 Abordagem de envolvimento com stakeholders Principais questões e preocupações levantadas pelos stakeholders Mais informação: https://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/a_nossa_abordagem/envolvimento_com_stakeholders_e_modelo_de_governance/levantamento_das_partes_interessadas/
DISPONIBIILIDADE E FIABILIDADE DOS PRODUTOS
EU10 Cobertura da procura no longo prazo (incluindo reserva)
A REN colabora com a Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG) na monitorização da segurança de abastecimento do SEN e do SNGN. 
Com base em elementos prospetivos de referência sobre a evolução do sistema eletroprodutor e do sistema nacional de gás natural no médio e no longo prazo, a monitorização da segurança de abastecimento consiste nomeadamente na avaliação do equilíbrio oferta-procura, tendo em conta cenários de evolução da procura e dos fornecimentos disponíveis, incluindo os acréscimos de capacidade em construção ou previstos, elementos necessários à preparação de propostas de relatórios de monitorização da segurança de abastecimento da eletricidade e do gás natural.
EFICIÊNCIA DO SISTEMA ENERGÉTICO
EU11 Eficiência de geração média, por fonte de energia e por país ou regime regulatório A REN não possui atividade de produção de energia pelo que não é efetuado este tipo de análise.
EU12 Eficiência no transporte e distribuição de energia Pág. 82-104
ACESSO AOS SERVIÇOS/PRODUTOS
EU26 Percentagem da população não abastecida em zonas de distribuição concessionada, por área rural e urbana A atividade da REN não inclui a distribuição de energia, pelo que este indicador não é aplicável.
EU27 Cortes de abastecimento doméstico e respetiva duração devido a não pagamento A atividade da REN não inclui a distribuição, pelo que este indicador não é aplicável.
EU28 Interrupção do abastecimento Pág. 82-98
EU29 Duração média das interrupções do abastecimento Pág. 82-98
EU30 Coeficiente médio de disponibilidade de uma central por fonte de energia, país e regime regulatório A atividade da REN não inclui a distribuição, pelo que este indicador não é aplicável.
Impacto nas Comunidades
COMUNIDADE Formas de Gestão Genéricas Pág. 123-31
413-1 Operações com envolvimento da comunidade local, avaliação de impactos e desenvolvimento de programas Pág. 142-143
413-2 Operações com impactos negativos significativos, atuais e potenciais, nas comunidades locais Pág. 142-43
EU19 Processos decisórios participados pelas comunidades Mais informação em: https://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/protecao_ambiental/politica_ambiental/avaliacao_ambiental/ e https://www.ren.pt/pt-PT/sustentabilidade/comunidades_locais/impacto_nas_comunidades/
EU22 Deslocação de pessoas em resultado da expansão ou construção de centros de produção e linhas de transporte, do ponto de vista económico e físico A construção da infraestrutura a nível nacional tem uma forte componente suportada por subcontratação externa, a maioria realizada a nível local.
IMPACTO ECONÓMICO INDIRETO
203-1 Investimentos em infraestruturas e serviços apoiados
Proprietários (contactos): 28 191
Processos de indeminização concluídos a proprietários: 1038

203-2 Impactes económicos indiretos significativos
Pág. 142-143
CORRUPÇÃO
205-1 Operações avaliadas quanto ao risco de corrupção Comissão de Auditoria não teve conhecimento de avaliações de risco de corrupção ocorridos em empresas da REN durante 2019.
205-2 Comunicação e formação sobre políticas e procedimentos de anticorrupção Formação disponível para a totalidade dos Colaboradores, através de ações de formação não específicas sobre políticas e procedimentos anticorrupção, mas onde é abordada esta temática, nomeadamente a formação sobre o Código de Conduta e ainda com formação e ações de sensibilização sobre Cibersegurança.
205-3 Incidentes de corrupção confirmados e ações tomadas A Comissão de Auditoria não teve conhecimento de casos de corrupção ocorridos em empresas da REN durante 2019.
CONFORMIDADE
419-1 Não conformidade com leis e regulamentos na área social e económica Não foram registadas em 2019 multas por incumprimento legal relacionado com a prestação e o uso dos produtos e serviços.
MECANISMOS DE QUEIXAS E RECLAMAÇÕES
103-2 Abordagem de gestão e as suas componentes A REN não recebeu outras queixas ou reclamações formalmente apresentadas relacionadas com aspetos ambientais para além das referidas no indicador G4-EN29. 

Para mais informação: http://www.ren.pt/pt-PT/investidores/governo_da_sociedade/codigo_de_conduta/
Desempenho Económico
DESEMPENHO ECONÓMICO Formas de Gestão Genéricas Pág. 123-131;
201-1 Valor económico direto gerado e distribuído
Valor económico direto criado: 320,34 milhões de euros
Valor económico direto distribuído: 314,87 milhões de euros
Valor económico direto dos acionistas retido: 5,47 milhões de euros
201-4 Benefícios financeiros significativos recebidos pelo governo Em 2019 a REN recebeu 0  euros relativos a comparticipações financeiras ao investimento.
Respeito pelos Direitos Humanos
INVESTIMENTO G4-Formas de Gestão Genéricas Pág. 110-124
412-3 Acordos de investimento e contratos com cláusulas de direitos humanos
Em Portugal os aspetos relacionados com os direitos humanos estão contemplados na Constituição e da lei geral do trabalho. 

412-2 Formação de colaboradores em políticas e práticas de Direitos Humanos Formação disponível para a totalidade dos Colaboradores através de ações de formação não específicas sobre direitos humanos, mas onde é abordada esta temática, nomeadamente a formação sobre o Código de Conduta da empresa contempla o cumprimento dos direitos humanos e sessões de sensibilização em igualdade de género. 

Adicionalmente a REN é signatária dos princípios do Global Compact das Nações Unidas.
PRÁTICAS DE SEGURANÇA
410-1 Formação do pessoal de segurança em políticas e procedimentos de Direitos Humanos Para os colaboradores com funções ao nível da segurança, é assegurada a mesma formação em direitos humanos que para a restante organização.
AVALIAÇÃO
412-1 Operações submetidas a avaliações de direitos humanos  A atividade da REN é desenvolvida em Portugal, pelo que este indicador não é aplicável.
Notas Metodológicas
201-1 Valor económico criado Corresponde ao somatório do valor acrescentado líquido, proveitos líquidos não inerentes ao VAB, proveitos financeiros e dividendos de empresas participadas, subtraído de outros custos e perdas.
201-1 Valor económico distribuído Corresponde aos custos com os colaboradores e corpos gerentes, dividendos pagos aos acionistas, pagamento de juros, pagamentos ao Estado em taxas, IRC e apoio à comunidade.
201-1 Valor económico acumulado Corresponde à subtração do valor económico direto criado pelo valor económico distribuído.
302-1 Gasóleo Poder calorífico inferior do gasóleo retirado da tabela da Agência Portuguesa do Ambiente de valores de poder calorífico inferior, fator de emissão e fator de oxidação obtidos a partir do Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas (INERPA) publicado em 2017: 42,6 GJ/t.
302-1 Gasolina Poder calorífico inferior da gasolina retirado da tabela da Agência Portuguesa do Ambiente de valores de poder calorífico inferior, fator de emissão e fator de oxidação obtidos a partir do Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas (INERPA) publicado em 2017: 44,00 GJ/t.
302-1 Gás natural Poder calorífico inferior do gás natural retirado da tabela da Agência Portuguesa do Ambiente de valores de poder calorífico inferior, fator de emissão e fator de oxidação obtidos a partir do Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas (INERPA) publicado em 2013: 38,44 GJ/t
302-1 Propano Poder calorífico inferior do gás propano retirado da tabela da Agência Portuguesa do Ambiente de valores de poder calorífico inferior, fator de emissão e fator de oxidação obtidos a partir do Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas (INERPA) publicado em 2017: 46 GJ/t.
305-1+305-6 Emissões diretas e indiretas de gases com efeito de estufa Quantidade total de emissões de gases com efeito de estufa, emitidos diretamente (SF6 usado como isolador dielétrico, CH4 das purgas do gasoduto e CO2 da queima das caldeiras) e emitidos indiretamente (através do consumo de eletricidade e das perdas na rede). 
305-1+305-6 Eletricidade Em 2019 foram utilizados os fatores de emissão mensais que correspondem ao valor fornecido pelo fornecedor de energia da REN, a EDP "sua eletricidade": https://sueletricidade.pt/pt-pt/page/541/origens-da-eletricidade
305-1+305-6 Gasóleo Fator de emissão do gasóleo retirado da tabela da Agência Portuguesa do Ambiente de valores de poder calorífico inferior, fator de emissão e fator de oxidação obtidos a partir do Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas (INERPA) publicado em 2017: 0,0741 tCO2eq/GJ.
305-1+305-6 Gasolina Fator de emissão da gasolina retirado da tabela da Agência Portuguesa do Ambiente de valores de poder calorífico inferior, fator de emissão e fator de oxidação obtidos a partir do Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas (INERPA) publicado em 2017: 0,0693 tCO2eq/GJ.
305-1+305-6 Gás natural Fator de emissão do gás natural retirado da tabela da Agência Portuguesa do Ambiente de valores de poder calorífico inferior, fator de emissão e fator de oxidação obtidos a partir do Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas (INERPA) publicado em 2013: 0,0566 tCO2eq/GJ.
305-1+305-6 Propano Fator de emissão do gás propano retirado da tabela da Agência Portuguesa do Ambiente de valores de poder calorífico inferior, fator de emissão e fator de oxidação obtidos a partir do Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas (INERPA) publicado em 2017: 0,0631 tCO2eq/GJ.
305-1+305-6 CH4 (purgas) Valor de potencial de aquecimento global do CH4 definido pelo Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC 2013): 28 tCO2eq (considerada uma composição de 87,89% CH4 no gás natural)
305-1+305-6 SF6 (fugas) Valor de potencial de aquecimento global do SF6 definido pelo Regulamento (CE) n.º 517/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de abril de 2014 , relativo a determinados gases fluorados com efeito de estufa: 22.800 tCO2eq
305-3+305-4 Outras emissões indiretas de gases com efeito de estufa Utilização de dados relativos ao cálculo de emissões de GEE da agência de viagens. O calculo do CO2, baseia-se no percurso/valor das milhas a multiplicar por 0,289 (valor de referencia da pegada de carbono): 319 x 0,289 = 92,19 ( kg CO2).  

O valor de referencia 0,289 foi calculado de acordo com o GHG Protocol, ex: O número de milhas percorridas é multiplicado por 1,61 para a determinar os quilómetros viajados. Para se determinar as emissões de GEE, os quilómetros são multiplicados pelo fator de emissão igual a 0,18 kg CO2 por km.
401-1 Taxa de rotatividade (Σ saídas + Σ entradas)/2 / headcount médio (colaboradores do quadro permanente + contratados a termo + estagiários profissionais).
403-2 Taxa de absentismo
Quociente da soma das ausências remuneradas (por doença, sinistro, maternidade e outras razões) e ausências não remuneradas, pelo número total de horas teóricas de trabalho. Horas de ausência = horas não trabalhadas ocorridas por motivo de Doença, Acidente de Trabalho, Assuntos Pessoais e outras ausências remuneradas e não remuneradas.
Não são consideradas para o cômputo as horas motivadas por gozo de licenças parentais, bem ainda as horas justificadas por motivos familiares (assistência a filhos, casamento e falecimento).
403-2 Índice de incidência Mede o número de acidentes de trabalho mortais e não mortais ocorridos num dado período por cada mil colaboradores expostos ao risco no mesmo período
403-2 Índice de gravidade total Mede o número de dias perdidos com acidentes não mortais e mortais (1 acidente mortal = 7500 dias perdidos) contabilizados num determinado período por cada milhão de horas trabalhadas.
403-2 Índice de gravidade Mede o número de dias perdidos com acidentes não mortais que ocorrem num determinado período de tempo por cada milhão de horas trabalhadas nesse mesmo período
403-2 Horas potenciais trabalháveis Horas potenciais trabalháveis = Número de horas teoricamente trabalháveis tendo em conta apenas o período normal de trabalho efetuado pelos trabalhadores nos dias úteis do ano (com exclusão, portanto, de férias e feriados).
404-1 Horas de Formação por Colaborador Σ horas de formação / headcount médio (colaboradores do quadro permanente + contratados a termo + estagiários profissionais).
EU28 Frequência média de interrupção do sistema (SAIFI) Quociente do número total de interrupções nos pontos de entrega, durante determinado período, pelo número total dos pontos de entrega, nesse mesmo período. Eletricidade: O SAIFI corresponde ao número médio de interrupções acidentais de tempo superior a três minutos verificado nos pontos de entrega num determinado intervalo de tempo. Gás: Número médio de interrupções por ponto de saída: quociente do número total de interrupções nos pontos de saída, durante determinado período, pelo número total dos pontos de saída, no fim do período considerado.
EU29 Duração média das interrupções do sistema (SAIDI) Quociente da soma dos tempos das interrupções nos pontos de entrega, durante determinado período, pelo número total dos pontos de entrega, nesse mesmo período. Eletricidade: O SAIDI para um determinado período de tempo (um ano, geralmente) é o tempo médio das interrupções acidentais de tempo superior a três minutos nos pontos de entrega. Gás: Duração média das interrupções por ponto de saída (min/ponto de saída): quociente da soma das durações das interrupções nos pontos de saída, durante determinado período, pelo número total de pontos de saída existentes no fim do período considerado.